Isto significa vida eterna: Que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro a e daquele que enviaste, Jesus Cristo. João 17:3

Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa. Atos 16:31

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Como Aumentar a Autoestima




Como Aumentar a Autoestima

Cansado de soluções superficiais? 🤔 Se você busca uma Autoestima Sólida e Duradoura, que vai além dos truques de autoajuda e se conecta com o seu ser mais profundo, esta mensagem é para você!

Em um mundo onde a insegurança e a ansiedade tentam minar a nossa paz, "Como Aumentar a Autoestima" é o convite para uma transformação genuína.

O que você vai encontrar neste livro?

Este não é apenas mais um guia. É uma jornada que te leva às raízes da sua autovalorização, combinando:

  • A Abordagem Integral: Descubra a verdadeira origem da sua autoestima, um processo que envolve sua história, contexto e, crucialmente, sua dimensão espiritual.

  • Sabedoria Atemporal: Veja como os ensinamentos milenares, com uma análise existencial da Bíblia (apresentada como um manual de valor inestimável!), servem como um alicerce inabalável para o seu valor próprio.

  • O Poder da Mente: Aprenda a superar padrões de pensamento negativos e a construir uma mentalidade que te impulsiona para o alto.

Se as soluções temporárias já não te satisfazem e você deseja uma mudança profunda e intencional, este livro é a sua bússola definitiva.

👉 Redescubra o seu valor e comece a florescer de dentro para fora!

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domingo, 23 de novembro de 2025

Justificação & Santificação


 

Justificação & Santificação

A maioria de nós espera receber exatamente aquilo que merece. Se formos bons no que fazemos, manteremos nossos empregos e talvez até recebamos um aumento. Se seguimos as regras de trânsito, evitaremos muitos acidentes. 

Se obedecermos a Deus, ou ao menos nos esforçarmos ao máximo, esperamos ter uma vida melhor e, finalmente, ir para o céu. Em resumo, acreditamos que, se cumprirmos os padrões, receberemos as recompensas. Mesmo reconhecendo que a vida muitas vezes é injusta, ainda assim esperamos algum tipo de justiça. São pensamentos comuns, mas muitas vezes permeados de suposições equivocadas.

A doutrina da justificação por meio de obras, entretanto, a graça de Deus inverte essa lógica natural. Antes mesmo de praticarmos qualquer boa ação, na verdade, enquanto ainda somos inimigos de Deus. Ele nos declara justos. Deus nos promete todas as recompensas que a verdadeira justiça merece. Somente depois desse veredito é que começamos, de fato, a nos tornar justos. A justificação vem primeiro; a santificação a segue.

Diferenciando os Conceitos

Conceito

Natureza

Foco

Relação com o Pecado

Tempo

Justificação

Ato de Deus (Legal/Posicional)

Declarar o pecador justo

Liberta da penalidade do pecado (pecador é declarado "não culpado")

Instantâneo (ocorre no momento da fé)

Santificação

Processo de Deus (Moral/Transformador)

Tornar o crente semelhante a Cristo

Liberta do poder do pecado (crescimento gradual)

Processo contínuo (dura a vida toda)

 

A justificação é um ato soberano de Deus, pelo qual Ele declara o pecador justo, retirando-o da “lama” do pecado. Já a santificação é o processo contínuo pelo qual Deus transforma o crente, tornando-o gradualmente mais semelhante a Cristo. A justificação é única e instantânea, liberta da penalidade do pecado, declarando o pecador “não culpado”. A santificação, por sua vez, é um processo para toda a vida liberta do poder do pecado e conduz a um crescimento constante na graça e na santidade.

 

 

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

A Queda do Altar do Eu

 

A Queda do Altar do Eu

    Já vimos este enredo se desenrolar inúmeras vezes ao longo da história humana: a ascensão e a queda daqueles que, imbuídos de uma crença hiperbólica na autossuficiência, decidiram destronar a esperança no poder transcendente de Deus. O que assistimos hoje é a reedição desse drama. Uma parcela da sociedade, seduzida pelo brilho das conquistas materiais e intelectuais, substituiu a fé e a humildade por um altar dedicado ao "poder meditativo das suas realizações".

    Essa aposta no poder exclusivo do self não é apenas uma mudança de crença; é um desmantelamento ético e social. Quando a narrativa dominante é a da autonomia absoluta, virtudes como a boa conduta, o respeito mútuo e a ética tornam-se obstáculos. Pior, sentimentos que cimentam a convivência humana, a empatia, a solidariedade e a compaixão são depreciados, rotulados pejorativamente como sinais de fraqueza ou ingenuidade emocional.

    O que resta é o "homem natural" em sua forma mais desorientada. Essa criatura iludida esqueceu a sua origem finita e a sua essência paradoxalmente frágil. Ela se lança em uma frenética e incessante acumulação: colecionando títulos, amealhando fortunas e erguendo monumentos gigantescos. Sejam eles empresas, patrimónios ou legados académicos. Contudo, essa ostentação material é tragicamente incapaz de preencher o vazio existencial que reverbera no peito.

    Sem a âncora de um propósito maior ou a bússola de valores transcendentes, vertido na Glória do poder de Deus, essa jornada se revela uma miragem: uma vida sem paz autêntica e sem direção intrínseca, condenada a buscar satisfação em substitutos que, por definição, são finitos e insatisfatórios. A história nos ensina, e a contemporaneidade reitera, que a verdadeira plenitude reside na humildade de reconhecer a nossa dependência e no abraço das virtudes que nos conectam uns aos outros e a algo além de nós mesmos.

 

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

As Necessidades Humanas à Luz de Cristo

 

As Necessidades Humanas à Luz de Cristo

   Olá, abençoados e abençoadas. Hoje quero refletir sobre as necessidades humanas em suas dimensões física, emocional e espiritual. Embora sejamos seres que precisam de alimento, abrigo e afeto, a Escritura nos revela que, em última instância, a única necessidade essencial é Jesus Cristo. Eu preciso de Jesus, você precisa de Jesus, todos nós precisamos de Jesus, e somente d’Ele.

Jesus declarou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6). Essa afirmação não é apenas uma revelação divina, mas também a comprovação da nossa dependência espiritual. Sem Jesus, não há reconciliação com Deus, não há salvação, nem vida plena.

    Muitos pensam que precisam de religião, de regras, ou de instituições humanas para se achegar a Deus. No entanto, o Evangelho nos ensina que a verdadeira salvação não está nas práticas externas, mas na graça e no amor de Deus revelado em Cristo. A Escritura afirma: “Nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 8:38-39).

    Isso significa que nada terreno pode garantir a salvação. Ela depende de uma única decisão, reconhecer que precisamos de Jesus. Deus não precisa de nós; o céu não depende da nossa existência. Mas nós dependemos inteiramente de Jesus para sermos salvos. Ele é o único mediador entre Deus e os homens, a única ponte entre o humano e o divino.

A Obediência como Prova de Amor

    Muitos afirmam: “Eu sou de Jesus”. Mas será que essa declaração é uma verdade vivida, ou apenas um sentimento de boa intenção? Jesus mesmo advertiu:

“Por que me chamais ‘Senhor, Senhor’, e não fazeis o que eu digo?” (Lucas 6:46).


     O verdadeiro discípulo não é aquele que fala de Jesus, mas aquele que vive segundo a Sua Palavra. Ser de Jesus é se submeter à Sua vontade, obedecer aos Seus mandamentos e manifestar Seu amor ao próximo.

    Jesus, em todas as suas pregações, exaltava o Pai celestial e reconhecia a fraqueza humana. Sabia que o homem tem dificuldade em cumprir até o mais simples mandamento: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” Esse amor não é seletivo nem condicionado às conveniências. Amar verdadeiramente é um ato de entrega, um reflexo do amor divino que habita em nós.

   Quem ama a si mesmo cuida do corpo, da mente e do espírito; busca segurança, saúde e bem-estar. Portanto, amar o próximo da mesma forma implica desejar e trabalhar pelo bem dos outros, parentes, amigos e até desconhecidos. Amar é agir com compaixão, é se importar com quem sofre, é olhar além das aparências.

O Verdadeiro Sentido do Amor e da Religião

    Quando Jesus foi chamado de “Bom Mestre”, respondeu: “Ninguém é bom, senão um só: Deus.” (Mateus 19:17). Assim, aprendemos que o amor verdadeiro e a bondade autêntica têm origem em Deus, e não nas emoções humanas.


    O amor não é apenas um sentimento; é uma força divina, uma essência que procede do próprio Criador. Por isso, não existem diferentes formas de amor, existe um só amor, e esse amor é Deus. Como diz a Escritura: “Deus é amor.” (1 João 4:8).

   Deus não precisa de nossas ofertas materiais, nem de rituais grandiosos. Mesmo assim, Ele nos amou primeiro, quando ainda éramos Seus inimigos. Essa é a mais profunda demonstração de graça que existe.

    Infelizmente, muitos transformam a fé em religiosidade superficial. Jesus condenou duramente os fariseus e escribas por praticarem uma religião hipócrita, centrada em rituais e aparências, em vez de em amor e misericórdia. A fé verdadeira não é formalidade; é transformação interior.

    O apóstolo Tiago resume de forma brilhante o que é a verdadeira religião: “A religião pura e imaculada diante de Deus é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se incontaminado do mundo.” (Tiago 1:27).

   Quantos órfãos, viúvas e doentes existem dentro e fora das igrejas? Pessoas feridas, vazias, necessitadas de cura, não apenas física, mas também emocional e espiritual. Elas precisam ser alcançadas pelo amor de Cristo, manifestado através de nós.

A Missão de Cristo e o Chamado à Conversão

    Jesus não veio ao mundo para salvar reinos, animais ou proporcionar riquezas materiais. Ele veio salvar o homem, aquele que se perdeu em meio ao pecado e à desobediência. Ele tomou sobre Si as nossas dores e enfermidades, foi ferido por causa das nossas transgressões e moído por causa das nossas iniquidades. “O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados.” (Isaías 53:4-5).

    A salvação, portanto, não é automática; é uma resposta à graça. Somos chamados a reconhecer nossa condição, a nos humilhar diante de Deus e a aceitar o sacrifício de Cristo como ato de redenção. Quem entende o preço pago na cruz não vive mais para si mesmo, mas para Aquele que morreu e ressuscitou por nós.

    Deus nos concedeu o livre-arbítrio não para fazermos o que quisermos, mas para escolhermos amá-Lo livremente. Fomos criados à Sua imagem, e o sopro de vida que Ele colocou em nossas narinas é a centelha do Seu Espírito. No entanto, muitos desprezam esse dom, vivendo como se fossem meros animais, guiados por instintos, e não por propósito.

    O ser humano foi criado para algo muito maior: a eternidade. O céu é a nossa verdadeira pátria, o destino reservado para aqueles que permanecem firmes no amor e na fé em Cristo.

Conclusão: A Única Necessidade Verdadeira

   As necessidades humanas básicas são: água, alimento, ar e abrigo, garantem a sobrevivência do corpo. Mas Jesus oferece algo infinitamente maior: a vida eterna. Ele disse: “Quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede.” (João 4:14) e “Eu sou o pão da vida; quem vem a mim jamais terá fome.” (João 6:35).

    Portanto, o que realmente precisamos é de Jesus Cristo a fonte de toda vida, consolo para a alma e esperança para a eternidade. Que possamos reconhecer isso não apenas com palavras, mas com atitudes que reflitam o amor e a graça do nosso Senhor.

Roberto Sant

 

domingo, 17 de agosto de 2025

A Pequenez, a Grandeza e o Silêncio Reverente

 

                                                                                    A Pequenez, a Grandeza e o Silêncio Reverente

   Olhar para a imensidão do céu noturno, pontilhado de estrelas incontáveis e galáxias distantes, é uma experiência que dilata a alma e reduz o ego. Nesse instante de contemplação, a pequenez humana se revela com clareza avassaladora. Somos um grão de poeira cósmica, uma existência breve diante da eternidade do universo. E é justamente nessa percepção de nossa insignificância que a “grandeza de Deu” se ergue majestosa e indizível. Tudo o que construímos, almejamos e julgamos importante parece desvanecer-se diante da Glória insondável do Criador.

    Frente a essa realidade, qual deve ser nossa postura? O caminho apontado é claro: 

viver“centrados nos Seus ensinamentos e obedientes à Sua vontade”.

    Não por imposição, mas por reconhecimento. Pois existe uma verdade universal, luminosa e consoladora:

Deus é bom, e Sua vontade é perfeita e agradável (Romanos 12:2).          

    Enquanto nos agitamos tentando controlar os fios do destino, Ele tece a tapeçaria da história com sabedoria infinita e amor incondicional.

    Contudo, nossa soberba insiste em nos cegar. Arquitetamos projetos grandiosos, elaboramos planos minuciosos, sonhamos com conquistas elevadas. Muitas vezes, porém, erguemos edifícios existenciais, exclusivamente voltados para o nosso prazer pessoal, efêmero e raso.     

   Tornamo-nos medíocres em nossa expectativa intelectual,  contentando-nos com migalhas de conhecimento, enquanto nos julgamos profundos. Soberbos em nosso próprio entendimento. Qualificamo-nos como seres plenamente capazes, senhores do nosso destino.

   Quando, na verdade, diante da vastidão do Cosmo e da plenitude do Senhor Altíssimo. Insignificantes é o que somos.

    Essa contradição se infiltra até mesmo em nossa expressão de fé. Frangloriamo-nos de joelhos calejados pela oração, como se isso fosse troféu. Expressamos cânticos de adoração com voz alta, mas, às vezes, com o coração distante.  Orgulhamo-nos de declamar Seus mandamentos e preceitos, usando-os até como arma contra o irmão.  

    Transformamos a religião em performance, esquecendo-nos de que o Altíssimo perscruta as intenções mais profundas.

    E é aqui que uma virtude esquecida, porém fundamental, ressurge: o silêncio.

   Não o silêncio vazio, mas o silêncio reverente, cheio de presença e humildade. A maior virtude pode ser uma boca que se cala:  

    * Que não fala mal do seu irmão, semeando discórdia onde deveria haver amor.  

    * Que não argumenta sobre o que não conhece, evitando a arrogância do falso saber.  

    * Que não se perde em tagarelices e sandices, preservando a dignidade da palavra.

    Pois, no reino de Deus, vale mais um fiel calado, cuja vida é testemunho mudo de integridade, amor e obediência, do que um orador eloquente, cujas palavras soam como sinos, mas cujas ações negam a verdade que profere.

    O silêncio do humilde que ouve, que serve, que ama sem alarde, ecoa mais alto nos céus do que todos os discursos recheados de vanglória.

    Que a contemplação da imensidão celeste nos lembre sempre de nossa pequenez, nos conduza à adoração genuína, livre da auto justificação, e nos ensine o valor sagrado do silêncio que honra a Deus e respeita o próximo.

     É no reconhecimento de nossa insignificância diante do Eterno que encontramos nossa verdadeira grandeza: a de sermos amados e resgatados por Ele.

 

domingo, 20 de abril de 2025

Páscoa e ressurreição de Jesus Cristo.

  

Páscoa e ressurreição de Jesus Cristo.

    Hoje é dia 20 de abril de 2025, domingo de Páscoa. Vamos meditar sobre a ressurreição de Jesus Cristo.  A sobriedade de todo argumento baseasse na apresentação dos fatos com propriedade e veracidade. Não irei decorrer sobre os acontecimentos anteriores à crucificação de Jesus Cristo, pois muitos conhecem como ele foi traído, julgado, condenado e crucificado. Seja por estudos bíblicos ou por dezenas de filmes e séries sobre a vida e o evangelho de Jesus. Cristãos e não cristãos do mundo inteiro conhecem a história de Jesus Cristo.

    Nosso foco hoje será discernimento, proposito e objetividade da vida. Uma vez que Jesus declara em (João 11:25, 26) Eu sou a ressurreição e a vida, quem crer em mim, ainda que esteja morto, viverá e todo aquele que vive crer em mim nunca morrerá.

    O cristão crer na ressurreição de Jesus dentre os mortos. (Mateus 21:1-190) Revela a visita das mulheres ao túmulo vazio e a aparição de Jesus aos seus discípulos.

    O que separa o crer e o duvidar certamente são requeridos contextos justificativos. O crente crer pela fé na ressurreição de Jesus, o descrente, dúvida e não apresenta ônus objetivos, racionalizando a fé. A fé é dom de Deus.  Não preciso de evidências para crer na ressurreição de Jesus Cristo, a história e os relatos de centenas de pessoas que viram e tocaram em Jesus depois da sua ressurreição alimentam minha fé, guiada pela unção do Espírito Santo que dá graça e discernimento aos que buscam a verdade. (Lucas 24:13-35). E o que é a verdade? Diria que a verdade é Deus, por ser o único ser absoluto. Isto nos arremete a outro patamar onde Jesus declara. Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me conheceis a mim, também conhecereis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto. (João 14:6,7).

    Voltemos à Páscoa, Jesus é crucificado três dias antes da festa pascal, foi declarado morto e transpassado no peito por uma lança romana, depois foi retirado da cruz e enterrado numa tumba nova com uma grande pedra, selando a entrada. Não o bastante, os romanos colocaram vigias para guardar a tumba, com medo de que os seus discípulos e seguidores, que eram muito, roubassem o corpo dele. É sabido que Jesus ressuscitou no terceiro dia e foi visto por centenas de pessoas. Duas questões se fazem pertinentes.  Primeiro: Onde esteve a alma de Jesus nestes três dias em que se ausentou do seu corpo? Segundo: Quem o ressuscitou?

 

    A Bíblia não diz onde Jesus esteve nos três dias entre sua morte e ressurreição. Apenas diz que ele estava morto. Em (Apocalipses 1:17:18) disse Jesus:  Não temas; Eu sou o primeiro e o último; E o que vivo e fui morto, mas eis aqui, estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. Debater sobre o tema que não se têm informações precisas e entrar no campo da presunção e de termo da plausibilidade. As ordenanças bíblicas declaram que todo aquele que é declarado culpado de crime, seja pregado no madeiro, é amaldiçoado, é maldito de Deus. (Deuteronômio 21: 23).

    Quem ressuscitou a Jesus? Existe o conceito de que Jesus operou a Sua própria ressurreição. Pelo menos vinte e seis textos bíblicos dizem que foi Deus, o Pai, quem O ressuscitou.

    Bom! E qual a minha opinião sobre as duas indagações?  Eu creio que o sacrifício de morte e ressurreição de Jesus Cristo é mais importante para a salvação da humanidade do que quaisquer outros entendimentos existem coisas que só dizem respeito aos céus e pertinentes a Deus. Especular, onde a alma de Jesus esteve nos três dias em que esteve morto e sepultamento, não nos cabe saber. O importante é que Deus Pai o ressuscitou entre os mortos. Deus nunca abandonaria um justo no inferno, sendo Jesus Cristo o Justo de Deus (romanas 3:22). Nem a morte, nem o inferno podem detê-lo, pelo contrário, ele derrotou a morte. Também não sabemos como ele fez isto, o extraordinário é que, pela sua morte e ressurreição, agora podemos alcançar a vida pela graça de Deus que é Jesus Cristo ressurreto.

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; (Romanos 3:23). Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 6:23).

    Em Jesus Cristo temos redenção e vida. Páscoa, para o cristão salvo, representa salvação e vida eterna. Um dia de redenção e graça. O reconcilio e aceitação como filho de Deus; Jesus com seu sacrifício de morte na cruz e ressuscitação exemplifica a fidelidade de Deus aos justos, somos justificados no sangue imaculado e santo de Jesus Cristo.

Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.

Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.

E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu, eu perca, mas que o ressuscite no último dia.

Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.

Murmuravam, pois, dele os judeus, porque dissera: Eu sou o pão que desceu do céu.

E diziam: Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos? Como, pois, diz ele: Desci do céu?

Respondeu, pois, Jesus, e disse-lhes: Não murmureis entre vós.

Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. (João 6:37-44).

 

Amém

Roberto Sant

sexta-feira, 11 de abril de 2025

Fale mais sobre o amor de Jesus Cristo

 Fale mais sobre o amor de Jesus Cristo. Que Deus nos dê forças para prosseguirmos falando de salvação!



sexta-feira, 4 de abril de 2025

A diferença entre Jesus e os religiosos

 


A diferença entre Jesus e os religiosos

 

    Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.

    Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu testificas de ti mesmo; o teu testemunho é falso.

    Respondeu Jesus, e disse-lhes: Ainda que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro, porque sei de onde vim e para onde vou; mas vós não sabeis de onde venho, nem para onde vou. (João 8:12-14).

    A diferença entre Jesus a pregação de Jesus e os religiosos. Jesus prega com autoridade o que ouviu do Pai, enquanto os religiosos pregam com convicção, presumindo o entendimento de relatos de outros humanos. E todos sabem como é grande a presunção humana.

    E Jesus, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler.

    E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito:

    O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os contritos de coração.

    A proclamar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, e anunciar o ano aceitável do Senhor.

   E, cerrando o livro e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fixos nele.

   Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos. (Lucas 4:17-21).

    Jesus prega ungido pelo Espírito do Senhor (Espírito Santo), uma pregação unificada e respaldada, na verdade, que é a palavra do Senhor. Os religiosos pregam o que não conhecem, usam de subterfúgios agnósticos promovidos por coação e o medo do desconhecido. Jesus prega a cura pela graça de Deus, a transparência, a liberdade e as boas novas do Reino dos Céus.

    Jesus engrandece o Altíssimo, revelando submissão e zelo, subtraindo-se. (Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Filipenses 2:611). Demonstrando sua total obediência ao Pai. Os religiosos são homens que na sua maioria demonstram humildade, amor e cuidado com as coisas sagradas, mas na realidade são orgulhosos e soberbos, com viés preconceituoso, mergulhados nas arrogâncias das normas e conceitos autoritários.

    Jesus, o bom Pastor. Jesus é o verbo encarnado em figura de homem, a voz reveladora de Deus. Fala com autoridade de quem conhece todas as coisas. Ele estava com Deus no princípio de todas as coisas e com certeza estará presente no dia da redenção. 

    Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

    Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas.

   Ora, o mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado das ovelhas.

   Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.

   Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai e dou a minha vida pelas ovelhas.

  Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um pastor.

   Por isto, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. (João 10:11-17).

   As qualidades que o torna Jesus o bom Pastor.

Santo: Vigoroso em defender os princípios celestes.

Compaixão: Jesus tinha compaixão pelas pessoas que estavam aflitas e exaustas.

Altruísmo: Jesus tinha uma atitude de servo e não veio para ser servido, mas para servir.

Humildade: Jesus era submisso à vontade do Pai Celeste e dos seus pais terrestres.

Obediência: Jesus foi obediente à vontade do Pai.

Perdão: Jesus demonstrou essa qualidade ao lidar com seus discípulos, seus algozes e com outros.

Amor: Jesus tinha um puro amor e exercia a piedade

Misericórdia: Jesus tinha misericórdia.

Honestidade: Jesus era justo

Verdade: Jesus era verdadeiro.

Gentileza: Jesus era gentil.

Amorosidade: Jesus era voluntarioso de coração e amoroso.

    Jesus é o Cristo, fora dele não há verdade nem redenção, por mais que os religiosos existam em pregar outras práticas de adoração e culto ao Deus Criador dos céus, da terra e tudo que existe.

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto. (João14: 6-7).

    Jesus Cristo afirma que eles devem imitar “o Filho do Homem que não veio para ser servido, e sim para servir e dar a sua vida por todos”

   E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;

   Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos. (Mateus 20:27-28).

   São muitas as diferenças e divergência da pregação de Jesus Cristos e a pregação dos religiosos de plantão.  Os religiosos estão mais atentos às coisas deste mundo, pregando uso e costumes e judaizando a Igreja de Jesus Cristo, a ponto de empregarem as Leis Mosaicas.  Ignorando por completo As Boas nonas de Jesus Cristo. (Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Mateus 11:28).

    Jesus quer que todos sejam salvos, levando os pecadores ao arrependimento dos seus pecados. Deixando claro que ninguém vai ao Pai a não ser por Ele. Não existe outro caminho, por mais que haja tentativa de justificação, somente o sacrifício de Jesus na cruz é capaz de verdadeiramente de redimir o pecador e pela graça achegar novamente o homem a Deus.

Amém.

Roberto Sant

 

 

 

    

 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

O que o salvo em Cristo Jesus, precisa saber?

 

O que o salvo em Cristo Jesus, precisa saber?

 

     Tenho ouvido muitos pastores e evangelistas, usarem a bíblia sagrada, a palavra de Deus como introdução para narrativas e posicionamentos  unilaterais, expressando pensamentos pessoais. Não creio que seja pecado expressar posicionamentos, afinal todos temos nossas preferências e visão quanto às coisas deste mundo. 

     No entanto, quando falamos de Deus, a coisa muda de figura. Não existem maneiras de apresentar o reino de Deus e seus mistérios. Só há uma verdade, verdadeira e um único caminho e este é Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, que deixou as alturas e sua glória, veio a este mundo encarnado em figura humana por amor às suas criaturas. Foi por amor que ele entregou a própria vida para que através do seu sacrifício pessoal, todo pecador possa por meio deste sacrifício de sangue ter os pecados perdoados e seja feito nova criatura e aceito como filho de Deus. Pois, todos os homens pecaram e pecam e por este motivo estão destituídos da glória de Deus.

     Isto significa que todos os homens estão afastados da presença de Deus. 

Não há confusão de pensamento. Deus está presente em todas as coisas, porque todas as coisas foram criadas por Deus.  As escrituras sagradas garante que Deus está presente em todos os lugares, não que Ele se manifesta em todos os lugares.

     Está verdade não pode ser alterada ou confundida, com outra verdade. Deus é santo, prefeito e seus juízos são todos justos, por este motivo é impossível que Deus se manifeste ao pecador, por mais que este o invoque. Deus não ouve as orações de pecadores, mas está tento as palavras do arrependido. Há uma grande diferença de interpretação entre pecado e pecador.    Fiquemos atentos para não nos enganarmos com falsas premissas de que todos os caminhos levam a Deus e que todos somos filhos de Deus. 

     Não é bem assim! Todos os ser humano é criaturas de Deus, criados a sua imagem e semelhança. Está é uma verdade que não se pode anulada, porém isto não faz do homem natural filho de Deus, porque os filhos seguem em obediência aos ensinamentos do Pai, o homem se revelou obstinado e desobediente desde que quando foi criado.

    A fé em Jesus Cristo, morto e ressurreto, é o único caminho para nos achegar a Deus. Por tanto, toda palavra que foge do entendimento que Cristo é o único salvador é apóstata e mentirosa. Segundo a Bíblia, a palavra sagrada.

O Filho do homem tem poder para perdoar pecado, porque Deus lhe deu esta autoridade, (Mateus 9:6, Marcos 2:19-12, Lucas 5:21-24).

    Não tem como aceitar Jesus e desfrutar das coisas sagradas do reino do céu, crendo em fábulas e inverdades. Não existe fábula verdadeira ou mentira inocente. A mentira leva o homem na direção oposta a Deus, distanciando este da salvação.

    Jesus e o único mediador entre Deus e os homens.

   Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo. (1 Timóteo 2:5).

   Jesus é o único que tem poder para salvar. (João 5:39-47).