Como Aumentar a Autoestima
Cansado de soluções superficiais? 🤔 Se você busca uma Autoestima Sólida e Duradoura, que vai além dos truques de autoajuda e se conecta com o seu ser mais profundo, esta mensagem é para você!
Em um mundo onde a insegurança e a ansiedade tentam minar a nossa paz, "Como Aumentar a Autoestima" é o convite para uma transformação genuína.
✨ O que você vai encontrar neste livro?
Este não é apenas mais um guia. É uma jornada que te leva às raízes da sua autovalorização, combinando:
A Abordagem Integral: Descubra a verdadeira origem da sua autoestima, um processo que envolve sua história, contexto e, crucialmente, sua dimensão espiritual.
Sabedoria Atemporal: Veja como os ensinamentos milenares, com uma análise existencial da Bíblia (apresentada como um manual de valor inestimável!), servem como um alicerce inabalável para o seu valor próprio.
O Poder da Mente: Aprenda a superar padrões de pensamento negativos e a construir uma mentalidade que te impulsiona para o alto.
Se as soluções temporárias já não te satisfazem e você deseja uma mudança profunda e intencional, este livro é a sua bússola definitiva.
👉 Redescubra o seu valor e comece a florescer de dentro para fora!
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Justificação
& Santificação
A
maioria de nós espera receber exatamente aquilo que merece. Se formos bons no
que fazemos, manteremos nossos empregos e talvez até recebamos um aumento. Se
seguimos as regras de trânsito, evitaremos muitos acidentes.
Se obedecermos a
Deus, ou ao menos nos esforçarmos ao máximo, esperamos ter uma vida melhor e,
finalmente, ir para o céu. Em resumo, acreditamos que, se cumprirmos os
padrões, receberemos as recompensas. Mesmo reconhecendo que a vida muitas vezes
é injusta, ainda assim esperamos algum tipo de justiça. São pensamentos comuns,
mas muitas vezes permeados de suposições equivocadas.
A
doutrina da justificação por meio de obras,
entretanto, a graça de Deus inverte essa lógica natural. Antes mesmo de
praticarmos qualquer boa ação, na verdade, enquanto ainda somos inimigos de
Deus. Ele nos declara justos. Deus nos promete todas as recompensas que a
verdadeira justiça merece. Somente depois desse veredito é que começamos, de
fato, a nos tornar justos. A justificação vem primeiro; a santificação a segue.
Diferenciando os Conceitos
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Conceito
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Natureza
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Foco
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Relação com o Pecado
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Tempo
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Justificação
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Ato de Deus (Legal/Posicional)
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Declarar o pecador justo
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Liberta da penalidade do
pecado (pecador é declarado "não culpado")
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Instantâneo (ocorre no momento da fé)
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Santificação
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Processo de Deus
(Moral/Transformador)
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Tornar o crente semelhante a
Cristo
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Liberta do poder do
pecado (crescimento gradual)
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Processo contínuo (dura a vida toda)
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A justificação
é um ato soberano de Deus, pelo qual Ele declara o pecador justo, retirando-o
da “lama” do pecado. Já a santificação é o
processo contínuo pelo qual Deus transforma o crente, tornando-o gradualmente
mais semelhante a Cristo. A justificação é única e instantânea, liberta da
penalidade do pecado, declarando o pecador “não culpado”. A santificação, por
sua vez, é um processo para toda a vida liberta do poder do pecado e conduz a
um crescimento constante na graça e na santidade.
A Queda do Altar do Eu
Já vimos este enredo se
desenrolar inúmeras vezes ao longo da história humana: a ascensão e a queda daqueles que, imbuídos de uma crença hiperbólica na autossuficiência,
decidiram destronar a esperança no poder transcendente de Deus. O que
assistimos hoje é a reedição desse drama. Uma parcela da sociedade, seduzida
pelo brilho das conquistas materiais e
intelectuais, substituiu a fé e a humildade por um altar dedicado ao "poder meditativo das suas
realizações".
Essa aposta no poder exclusivo do self
não é apenas uma mudança de crença; é um desmantelamento ético e social. Quando a narrativa dominante é a
da autonomia absoluta, virtudes
como a boa conduta, o respeito mútuo e
a ética tornam-se obstáculos. Pior, sentimentos que cimentam a
convivência humana, a empatia, a
solidariedade e a compaixão são depreciados, rotulados pejorativamente
como sinais de fraqueza ou ingenuidade
emocional.
O que resta é o "homem natural" em sua forma mais desorientada. Essa criatura iludida esqueceu a sua origem finita e a sua essência paradoxalmente
frágil. Ela se lança em uma frenética e incessante acumulação: colecionando títulos, amealhando fortunas e
erguendo monumentos gigantescos. Sejam eles empresas, patrimónios ou
legados académicos. Contudo, essa ostentação material é tragicamente incapaz de
preencher o vazio existencial que
reverbera no peito.
Sem a âncora de um propósito maior ou a
bússola de valores transcendentes, vertido na Glória do poder de Deus, essa
jornada se revela uma miragem: uma vida sem
paz autêntica e sem direção intrínseca, condenada a buscar satisfação em
substitutos que, por definição, são finitos e insatisfatórios. A história nos
ensina, e a contemporaneidade reitera, que a verdadeira plenitude reside na humildade
de reconhecer a nossa dependência e no abraço das virtudes que nos conectam uns
aos outros e a algo além de nós mesmos.